IA em produção: RAG, eval e prompt injection
Todo mundo consegue montar uma demo que impressiona. O que separa a demo do produto são três disciplinas, e a maioria dos times não tem nenhuma das três.
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Cada artigo sai de algo que eu construí ou vi quebrar: pagamento, sistema distribuído, IA em produção. Comece pelo assunto que está te mordendo agora, ou desça a lista do começo.
Todo mundo consegue montar uma demo que impressiona. O que separa a demo do produto são três disciplinas, e a maioria dos times não tem nenhuma das três.
Duas perguntas aparecem em toda empresa: por que o relatório derrubou a produção, e por que o número do meu painel é diferente do seu. As duas têm a mesma causa raiz.
A demo funciona em cinco minutos. O que ninguém mostra é a camada de avaliação, custo e falha que separa o protótipo do que aguenta usuário real.
Três técnicas que permitem mexer com segurança num sistema que você não escreveu, não entende, e não pode parar.
Teste não existe para provar que o código está certo. Existe para você poder mudá-lo amanhã sem medo. Essa mudança de objetivo reorganiza tudo.
Todo gateway reenvia webhook. Se o seu handler não for idempotente, você vai descobrir isso no dia em que a mesma venda for contada três vezes.
As três siglas mais confundidas de autenticação, o que cada uma resolve, e os erros que aparecem em quase todo código.
A maior parte dos vazamentos que viram notícia não usa técnica sofisticada. Usa uma destas seis falhas, e as seis têm correção conhecida e barata.
Um roteiro de seis comandos que transforma "deve ser a rede" em "é a camada X, no trecho Y".
O serviço sobe bem e piora ao longo de dias. Três causas explicam quase todos os casos, e as três têm sinais distintos.
A escolha entre os dois modelos não é de gosto nem de moda. É determinada pelo perfil da sua carga, e tem uma conta que decide.
Os bugs que não acontecem na sua máquina, não acontecem no teste, e acontecem em produção. Como reconhecê-los lendo código.
Um guia de decisão por problema, e não por estrutura. Você tem uma necessidade; qual estrutura responde, e a que custo.
Por que o Postgres é bom em faixa e o Cassandra é bom em escrita. Não é marketing: é a árvore que cada um escolheu, e a conta que cada escolha cobra.
Sem misticismo e sem matemática: o que o modelo faz, por que ele alucina, e como isso muda as suas decisões de arquitetura.
Os três pilares não são intercambiáveis. Cada um responde uma pergunta diferente, e usar o errado é o motivo de investigações que duram horas.
Por que renomear coluna quebra produção, e o padrão de quatro passos que transforma migração em tarefa de terça-feira.
Como uma dependência secundária lenta derruba o sistema inteiro em noventa segundos, e os cinco padrões que impedem isso.
Você precisa debitar numa conta e creditar em outra, e elas estão em bancos diferentes. Os dois padrões que resolvem isso na prática, e o que evitar.
O CAP é o teorema mais citado e mais mal enunciado da computação distribuída. Este artigo corrige o enunciado e mostra o vocabulário que você realmente usa no dia a dia.
Sharding é a decisão mais irreversível de um sistema de dados. Este é o guia para decidir se você precisa, e, se precisar, como escolher a chave.
Como o índice funciona por dentro, por que a ordem das colunas decide tudo, e como ler um plano de execução para saber o que fazer.
Colocar cache é fácil. O difícil é conviver com as quatro consequências que ele cria, e todas as quatro têm solução conhecida.
A média da sua latência está mentindo. Os três conceitos que transformam 'o sistema está lento' em uma frase com número, endpoint e percentil.
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